Paulo Izael
Escrevo o que sinto, mas não vivo o que escrevo.
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HOMENAGEM A SANDRA RAVANINI


Pintada com uma brancura celestial que mais se parece um anjo, esta formosa dama dotada de articulação inigualável, carrega na alma a eloqüência brilhante que somada a  indelével sensibilidade; magistralmente, consegue captar o exato momento da emoção e transportá-la ao papel, criando assim uns universos mágicos, destoando alegrias e tristezas que compendiam deslumbrantes paginas poéticas capaz de irrigar corações apaixonados. A dor é transformada em alegria, vindo a gerar docilidade. Seus versos iluminam auras negras, retiram o espinho da flor e transmutam congruências em raros momentos de amor. Ravanini é mais que isso nos infla os pulmões e exala através de palavras, todo o perfume da natureza. Nos faz transbordar no levitar da essência do perfume que a poesia proporciona. Sua capacidade em interpretar sentimentos ultrapassa a barreira do inimaginável. Em sua busca pela superação, descoloriu o arco-íris e repintou o quadro da vida com pinceladas de paixão!
Paulo Izael
Enviado por Paulo Izael em 09/10/2005
Alterado em 18/10/2005
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