Paulo Izael
Escrevo o que sinto, mas não vivo o que escrevo.
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TEMPO QUE SE FOI


Eu vi o amor em você.
Aquele seu jeito
Inquietante de me perturbar.
O Generoso decote, o flerte.
Hoje, quando sinto a brisa
Refrescar os momentos,
Lembro maravilhado do nosso amor,
Do tempo que se foi,
Enterrando a esperança.
Quantas vieram, em razão do álcool,
Tentando me amar.
Algumas ficaram,
Outras me fizeram desandar.
Procuro encontrar minha falha.
Jamais pude me fixar no presente.
Naquela época, eu estava cego, perdido.
A ventania do desamor,
Projetava areia em meus olhos.
Talvez, a insignificância,
De minhas pequenas palavras,
Não foram suficientes para externar
O sentimento, aniquilando os sonhos meu.
Por você, eu iria até o infinito,
Com o firme intuito,
De buscar uma estrela para me iluminar,
Talvez assim, você pudesse enxergar
A escuridão onde fui aportar.
Paulo Izael
Enviado por Paulo Izael em 12/07/2005
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